
Moro em São Paulo, Capital e meu nome já diz bastante sobre o que sou.
Alguns dizem que Santa Clara (santa da qual estou bem longe de parecer), amava Francisco de Assis, aquele que pregava a humanos e animais. Apesar de não possuir a mesma iluminação daquela que inspirou meu nome, sou amante da natureza e dos mistérios que à envolve, falo também da natureza humana, sempre me encantei pelas formas que o ser humano desenvolve para resolver diversos problemas, acredito até que é por isso que sou estudante de Relações Internacionais, a influência das diversas expressões culturais resolução de problemas me encanta e a capacidade dessas culturas em cooperar é algo que deve ser explorado mais.
A outra paixão que me toca é a música, como Santa Cecília protetora dos músicos. A música é a língua universal, como quando você ouve uma orquestra e sente tristeza ou alegria, ou quando ouve uma música que não entende por completo, essa linguagem que dialoga com seu interior antes mesmo que a razão entenda o que está se passando é disso que falo.
Esses fatores me movem na busca por conhecer novas expressões culturais, primeiramente no Brasil, um país onde dizem que não existe cultura pois, tudo vem de algum outro lugar. Mas é a miscigenação que nos torna tão ricos, capazes de enxergar várias respostas para a solução de um problema. Não estou menosprezando qualquer cultura e sim dizendo que aprendemos com cada uma delas para nos constituir . E em razão da busca por estas expressões, estes modos diferentes de recriar a realidade, luto para difundir a riqueza brasileira, que todos conheçam o Tambor de Crioula, o Samba de Coco, o Maracatu, a Capoeira, Jongo, tantas outras expressões que eu mesmo desconheço ainda.
Busco o dia em que formarei, junto com várias pessoas, na Zona Leste, região onde vivo, um Espaço cultural onde existirão sarais em que as artes possam dialogar, e os moradores da região possam ter acesso à oficinas de cultura brasileira e capacitações em Empreendedorismo Social, descobrindo e se afinizando com sua própria forma de mudar o mundo.
Alguns dizem que Santa Clara (santa da qual estou bem longe de parecer), amava Francisco de Assis, aquele que pregava a humanos e animais. Apesar de não possuir a mesma iluminação daquela que inspirou meu nome, sou amante da natureza e dos mistérios que à envolve, falo também da natureza humana, sempre me encantei pelas formas que o ser humano desenvolve para resolver diversos problemas, acredito até que é por isso que sou estudante de Relações Internacionais, a influência das diversas expressões culturais resolução de problemas me encanta e a capacidade dessas culturas em cooperar é algo que deve ser explorado mais.
A outra paixão que me toca é a música, como Santa Cecília protetora dos músicos. A música é a língua universal, como quando você ouve uma orquestra e sente tristeza ou alegria, ou quando ouve uma música que não entende por completo, essa linguagem que dialoga com seu interior antes mesmo que a razão entenda o que está se passando é disso que falo.
Esses fatores me movem na busca por conhecer novas expressões culturais, primeiramente no Brasil, um país onde dizem que não existe cultura pois, tudo vem de algum outro lugar. Mas é a miscigenação que nos torna tão ricos, capazes de enxergar várias respostas para a solução de um problema. Não estou menosprezando qualquer cultura e sim dizendo que aprendemos com cada uma delas para nos constituir . E em razão da busca por estas expressões, estes modos diferentes de recriar a realidade, luto para difundir a riqueza brasileira, que todos conheçam o Tambor de Crioula, o Samba de Coco, o Maracatu, a Capoeira, Jongo, tantas outras expressões que eu mesmo desconheço ainda.
Busco o dia em que formarei, junto com várias pessoas, na Zona Leste, região onde vivo, um Espaço cultural onde existirão sarais em que as artes possam dialogar, e os moradores da região possam ter acesso à oficinas de cultura brasileira e capacitações em Empreendedorismo Social, descobrindo e se afinizando com sua própria forma de mudar o mundo.